Com este selo, a indús­tria tem o ates­ta­do da alta qua­li­da­de de seu pro­du­to e o pro­du­tor tem a segu­ran­ça de adqui­rir um equi­pa­men­to que aten­de às nor­mas de sua fabri­ca­ção
João Antô­nio dos San­tos

Um sonho anti­go que aca­ba de virar rea­li­da­de para fabri­can­tes e pro­du­to­res de lei­te: o Selo de Qua­li­da­de e Con­for­mi­da­de Ciepel/Simers/Labelo”, come­mo­ra Car­los Alber­to Macha­do, ex-diri­gen­te do CBQL-Con­se­lho Bra­si­lei­ro da Qua­li­da­de do Lei­te e de seu Comi­tê de Equi­pa­men­tos. Des­de 2013 à fren­te da Cie­pel, lide­rou os tra­ba­lhos para a cri­a­ção do “Selo”, algo que tem sido uma pau­ta per­ma­nen­te de seu tra­ba­lho. Ele expli­ca que a Cie­pel-Comis­são das Indús­tri­as de Equi­pa­men­tos para a Pecuá­ria de Lei­te do Simers (Sin­di­ca­to das Indús­tri­as de Máqui­nas e Imple­men­tos Agrí­co­las do RS) se for­ta­le­ceu ao agre­gar novas empre­sas na luta con­tra uma situ­a­ção que tem cau­sa­do imen­sos pre­juí­zos às indús­tri­as, à sani­da­de dos plan­téis, aos pro­du­to­res, lati­cí­ni­os e, por decor­rên­cia, ao con­su­mi­dor final: a infor­ma­li­da­de, o con­tra­ban­do de pro­fis­si­o­nais e empre­sas que, sem ido­nei­da­de e exper­ti­se, atu­am no setor.

O “Selo de Qua­li­da­de e Con­for­mi­da­de Ciepel/Simers/Labelo” sig­ni­fi­ca um ates­ta­do de con­fi­a­bi­li­da­de para o pro­du­to e a mar­ca que o esti­ver osten­tan­do. Para os fabri­can­tes repre­sen­ta mai­or valor agre­ga­do ao pro­du­to, mai­or com­pe­ti­ti­vi­da­de e um ini­bi­dor para a con­cor­rên­cia des­le­al pra­ti­ca­da pela infor­ma­li­da­de e por aque­las empre­sas que não enten­dem a qua­li­da­de e as nor­mas como valo­res impor­tan­tes para a sua rela­ção com o mer­ca­do.

Para o pro­du­tor, será a cer­te­za de estar adqui­rin­do um pro­du­to que foi tes­ta­do por uma ins­ti­tui­ção isen­ta e cre­den­ci­a­da para tal, como é o caso do Labo­ra­tó­rio Labe­lo, acre­di­ta­do do Inme­tro. “O equi­pa­men­to está em con­for­mi­da­de com a nor­ma bra­si­lei­ra, o que quer dizer mai­or segu­ran­ça, tran­qui­li­da­de, melho­res con­di­ções para sani­da­de do plan­tel, para o tra­ba­lho do orde­nha­dor e qua­li­da­de do pro­du­to final a ser obti­do com esse equi­pa­men­to”, nota Macha­do.

Leia a ínte­gra des­ta maté­ria na edi­ção Bal­de Bran­co 658 (outubro/2019)

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