SanCor em crise recorre ao governo - Balde Branco

A dívi­da da Vene­zu­e­la com a San­Cor é apon­ta­da como a razão mai­or da cri­se da prin­ci­pal empre­sa argen­ti­na do seg­men­to lác­teo. Segun­do o minis­tro da Agroin­dús­tria, Ricar­do Buryai­le, a fatu­ra não paga à coo­pe­ra­ti­va pelo gover­no de Nico­lás Madu­ro é ava­li­a­da em US$ 60 milhões.

No mês pas­sa­do, Buryai­le, jun­to com o minis­tro do Tra­ba­lho, Jor­ge Tri­a­ca, rece­be­ram os dire­to­res da San­Cor e repre­sen­tan­tes dos empre­ga­dos. Buryai­le dis­se que o Gover­no quer aju­dar a empre­sa des­de que apre­sen­te um pla­no para sane­a­men­to defi­ni­ti­vo, já que o Gover­no já refi­nan­ci­ou 250 milhões de pesos e con­ce­deu no ano pas­sa­do um cré­di­to do mes­mo valor.

A empre­sa con­ta com 1.400 pro­du­to­res asso­ci­a­dos. Mui­tos deles dei­xa­ram de entre­gar lei­te, o que sig­ni­fi­cou uma redu­ção de 400.000 a 600.000 litros/dia. Com isso, de 2,4 milhões de litros/dia, a San­Cor pas­sou a pro­ces­sar 1,7 milhão. Além des­sas per­das, as suces­si­vas inun­da­ções na bacia lei­tei­ra de San­ta Fé agra­va­ram ain­da mais a situ­a­ção, obri­gan­do a sus­pen­der a cap­ta­ção em seis das 15 plantas.

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