Safra de grãos deve ser menor - Balde Branco

As con­di­ções cli­má­ti­cas nas prin­ci­pais regiões pro­du­to­ras afe­ta­ram a pro­du­ti­vi­da­de das lavou­ras, sobre­tu­do, do milho de 2ª safra, arroz e fei­jão, levan­do os núme­ros da esti­ma­ti­va do ciclo 2015/2016 a 189,3 milhões de tone­la­das. O volu­me repre­sen­ta uma redu­ção de 8,9% em rela­ção à safra ante­ri­or, 208 milhões de t, recor­de na série his­tó­ri­ca des­de 1977, segun­do a Conab-Com­pa­nhia Naci­o­nal de Abastecimento.

A esti­ma­ti­va para a cul­tu­ra de soja é de 95,6 milhões de t, que­da de 0,7%. O milho, que apre­sen­tou as mai­o­res per­das, teve redu­ções de 3,99 milhões e 11,5 milhões de t, res­pec­ti­va­men­te, na pri­mei­ra e na segun­da safra. A pro­du­ção total de milho é esti­ma­da em 69,1 milhões de t.

Já a área plan­ta­da aumen­tou em rela­ção à safra ante­ri­or. Este ano, deve che­gar a 58,15 milhões de ha, ou 0,4% a mais do que em 2014/15, quan­do foi de 57,93 milhões de ha. Com 57% da área cul­ti­va­da no País, a soja per­ma­ne­ce como prin­ci­pal res­pon­sá­vel pelo aumen­to de área. A esti­ma­ti­va de cres­ci­men­to é de 3,5%, pas­san­do de 32,1 milhões de ha em 2014/15 para 33,2 milhões na safra atual.

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