Planejamento estratégico para o leite gaúcho - Balde Branco

O IGL-Ins­ti­tu­to Gaú­cho do Lei­te, em par­ce­ria com o Pro­gra­ma Gaú­cho de Qua­li­da­de e Pro­du­ti­vi­da­de, come­çou a ela­bo­rar o pla­no estra­té­gi­co da cadeia pro­du­ti­va do lei­te gaú­cho. Inclui três encon­tros, com duas imer­sões de fim de sema­na em julho, até se defi­nir um pro­je­to de lon­go prazo.

“Essa ação tra­rá para den­tro do IGL as moder­nas téc­ni­cas de ges­tão das gran­des empre­sas, das empre­sas de suces­so e das que pre­ten­dem ter suces­so. A cadeia do lei­te é alar­de­a­da como a gran­de sal­va­ção soci­al para o Esta­do, só que não é tra­ta­da como tal. Hoje, fal­ta pla­ne­ja­men­to estra­té­gi­co”, comen­ta o pre­si­den­te do IGL, Gil­ber­to Piccinini.

Segun­do o con­sul­tor do Pro­gra­ma, Mar­ce­lo Bel­trand, o gran­de bene­fí­cio que o IGL pode obter com esse pro­ces­so de pro­fis­si­o­na­li­za­ção com meto­do­lo­gi­as con­sa­gra­das e uti­li­za­das por gran­des empre­sas é o ali­nha­men­to das pes­so­as. “Nin­guém garan­te que se pode supe­rar todos os desa­fi­os, mas ali­nhar as pes­so­as sig­ni­fi­ca uma van­ta­gem imen­sa, já que elas come­çam a olhar para o mes­mo obje­ti­vo”, dis­se ele.

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