Pecuarista do Tocantins triplica produção de leite após primeiros passos da assistência técnica do SENAR - Balde Branco

Em pou­cos meses o reba­nho sele­ci­o­na­do pelo pro­du­tor rural e a ado­ção das téc­ni­cas fez a pro­du­ção diá­ria de lei­te sal­tar de 120 litros de lei­te para mais de 300 litros

 
 

Pecuarista triplica produção de leite após primeiros passos da assistência técnica do SENAR/TO

O pro­du­tor Rai­mun­do Nona­to Fei­to­sa, do muni­cí­pio de Augus­ti­nó­po­lis, Tocan­tins, encon­trou na Assis­tên­cia Téc­ni­ca e Geren­ci­al (ATEG) do SENAR/TO a opor­tu­ni­da­de e o apoio neces­sá­ri­os para o aper­fei­ço­a­men­to e cres­ci­men­to de pro­du­ção lei­tei­ra na fazen­da Ter­ra Nova. Hoje o pro­du­tor colhe fru­tos do pro­gres­so na ati­vi­da­de. Com inves­ti­men­to bai­xo e peque­nas mudan­ças no mane­jo dos ani­mais, ele con­se­guiu qua­se tri­pli­car a pro­du­ção de lei­te com um reba­nho ain­da menor do que ele tinha.

Ape­sar da expe­ri­ên­cia na ati­vi­da­de lei­tei­ra, o pro­du­tor não tinha a pro­du­ção de lei­te como fon­te de ren­da para a pro­pri­e­da­de. O que era pro­du­zi­do e arre­ca­da­do era usa­do para cobrir des­pe­sas gerais da fazen­da, mas sem mui­to com­pro­mis­so. Mas o retor­no ini­ci­al obti­do com a ado­ção de novas téc­ni­cas, fez Rai­mun­do Nona­to pas­sar a enxer­gar a bovi­no­cul­tu­ra de lei­te com outro olhar. Para ele, a Assis­tên­cia Téc­ni­ca veio para ala­van­car a pro­du­ção em um momen­to que ele pre­ci­sa­va. “Estou mui­to con­ten­te com o tra­ba­lho rea­li­za­do pelo SENAR, sem dúvi­da algu­ma as ori­en­ta­ções fize­ram toda dife­ren­ça que eu pre­ci­sa­va para aumen­tar a minha pro­du­ção e incre­men­tar a nos­sa ren­da” comemorou.

A dife­ren­ça apa­re­ceu depois que, por ori­en­ta­ção téc­ni­ca, ele pas­sou a con­tro­lar melhor o volu­me da suple­men­ta­ção ali­men­tar, fazen­do a pesa­gem da quan­ti­da­de de ração e o con­tro­le do volu­mo­so for­ne­ci­do para as vacas em lac­ta­ção. Segun­do o téc­ni­co de cam­po do Senar, José Remir Cha­ves Dutra, que aten­de a pro­pri­e­da­de, ao ini­ci­ar as visi­tas à fazen­da, ele per­ce­beu que o pro­du­tor não tinha con­tro­le dos cus­tos de pro­du­ção do lei­te e do mane­jo ali­men­tar dos ani­mais. Ali­nhan­do essas duas fren­tes, o resul­ta­do come­çou a aparecer.

Em pou­cos meses o reba­nho sele­ci­o­na­do pelo pro­du­tor rural e a ado­ção das téc­ni­cas fez a pro­du­ção diá­ria de lei­te sal­tar de 120 litros de lei­te para mais de 300 litros. “O aumen­to na qua­li­da­de e quan­ti­da­de de lei­te na pro­pri­e­da­de e, con­se­quen­te­men­te, a ren­ta­bi­li­da­de do pro­du­tor foi mui­to posi­ti­va. Quan­do come­ça­mos a aten­der, era uma pro­pri­e­da­de que tinha mui­to por fazer. Mas fazen­do a divi­são e recu­pe­ra­ção das pas­ta­gens, aná­li­se do solo, cala­gem, adu­ba­ção, implan­ta­ção de capi­nei­ra pra épo­ca da seca e ano­tan­do todos os gas­tos, os resul­ta­dos foram sur­gin­do”, des­ta­cou o téc­ni­co. Para ele, a per­sis­tên­cia, pode levar o pro­du­tor rural a van­ta­gens ain­da mais expres­si­vas num cur­to espa­ço de tempo.

Fon­te: Senar/TO

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