Menor produção deve impulsionar preços dos lácteos - Balde Branco

“O mer­ca­do mun­di­al de lác­te­os irá con­ti­nu­ar alcan­çan­do boas mar­gens no pró­xi­mo ano, devi­do a uma deman­da mundial
mais aper­ta­da”, cita estu­do do Rabo­bank, men­ci­o­nan­do que a pro­du­ção na União Euro­peia, mai­or pro­du­to­ra glo­bal, irá sofrer
sua mai­or que­da nos últi­mos três anos.

Os fazen­dei­ros euro­peus estão cor­tan­do suas pro­du­ções, e essa ten­dên­cia deve­rá seguir ati­va, uma vez que há um
sub­sí­dio por par­te da Comis­são Euro­peia para que o blo­co tenha um volu­me de pro­du­ção mais bai­xo – eles serão pagos
para cor­tar a pro­du­ção entre outu­bro de 2016 e mar­ço de 2017. A pro­du­ção no blo­co teve uma que­da de 1,9% em agos­to, a média mais bai­xa des­de abril de 2013, segun­do o por­tal Agrimoney.

Para este mês de dezem­bro, os lei­lões de lei­te em pó na Nova Zelân­dia deve­rão subir 10%. “A cor­re­ção do mer­ca­do é
dire­ci­o­na­da pela ofer­ta e deve­rá con­ti­nu­ar assim em 2017”, men­ci­o­na a aná­li­se do ban­co holan­dês. Na Aus­trá­lia, a produção
foi pre­ju­di­ca­da por chu­vas cons­tan­tes duran­te vári­os meses, o que afe­tou a ofer­ta de for­ra­gem em mui­tas regiões. Com isso, a
pro­du­ção aus­tra­li­a­na teve uma que­da de 9,2% em agos­to, após uma que­da de 10,2% em julho.

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