Legislação limita queijos artesanais - Balde Branco

Pro­du­to­res de quei­jo de vári­os esta­dos bra­si­lei­ros tive­ram a opor­tu­ni­da­de de apren­der téc­ni­cas de pro­du­ção e cura exe­cu­ta­das na Fran­ça, com a pro­fes­so­ra Délphi­ne Gehant, da Esco­la de Pro­du­tos Lác­te­os Enil Bio de Poligny. Ela minis­trou um cur­so inten­si­vo sobre cura de quei­jos, em Belo Horizonte-MG.

O cur­so foi orga­ni­za­do pela ONG Ser­Tão­Bras, com o apoio da FAEMG-Fede­ra­ção da Agri­cul­tu­ra do Esta­do de Minas Gerais. A pro­fes­so­ra dis­se que veio ao Bra­sil para mos­trar como são os pro­ces­sos de pro­du­ção e cura dos pro­du­tos fran­ce­ses. “Vim tra­zer mais alter­na­ti­vas de cura de quei­jos bra­si­lei­ros, que podem ser agre­ga­das à sua pro­du­ção, mas pre­ser­van­do as espe­ci­fi­ci­da­des dos quei­jos fabri­ca­dos em cada região”.

Para o pre­si­den­te do Sis­te­ma Faemg, Rober­to Simões, a rea­li­za­ção do cur­so é uma for­ma de os pro­du­to­res de quei­jos arte­sa­nais do Esta­do obte­rem mais conhe­ci­men­tos téc­ni­cos e for­ta­le­ce­rem seus negó­ci­os. No enten­der de Délphi­ne, um dos entra­ves para o cres­ci­men­to da pro­du­ção de quei­jos no Bra­sil é a legis­la­ção vigen­te que, por exces­so de deta­lhes, tem inter­fe­rên­cia na qua­li­da­de e no sabor do quei­jo naci­o­nal, impon­do inclu­si­ve tem­po de cura”, dis­se ela.

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