Isonomia fiscal entre os Estados - Balde Branco

As indús­tri­as de lati­cí­ni­os gaú­chas pedem mai­or aten­ção do gover­no a polí­ti­cas públi­cas que garan­tam iso­no­mia fis­cal entre os esta­dos, per­mi­tin­do, assim, uma con­cor­rên­cia mais leal entre as diver­sas empre­sas que dis­pu­tam o mer­ca­do naci­o­nal. A posi­ção foi defen­di­da pelo pre­si­den­te do Sin­di­lat-Sin­di­ca­to das Indús­tri­as de Lati­cí­ni­os do Rio Gran­de do Sul, Ale­xan­dre Guer­ra, duran­te audi­ên­cia públi­ca rea­li­za­da no dia 8 de dezem­bro, na Assem­bleia Legislativa.

A reu­nião, rea­li­za­da com a pro­pos­ta de dis­cu­tir o futu­ro do lei­te gaú­cho reu­niu repre­sen­tan­tes de lati­cí­ni­os e mais de 350 pro­du­to­res. “Pre­ci­sa­mos moni­to­rar a impor­ta­ção, incen­ti­var a expor­ta­ção, ter com­pras gover­na­men­tais para tirar o exces­so da pro­du­ção do mer­ca­do e cri­ar ações con­jun­tas para melho­rar a com­pe­ti­ti­vi­da­de. Além dis­so, há a ques­tão tri­bu­tá­ria que pre­ci­sa ser enfren­ta­da com seri­e­da­de”, afir­mou Guerra.

Guer­ra argu­men­tou que as impor­ta­ções de lei­te acon­te­cem de for­ma gene­ra­li­za­da por­que a lei vigen­te per­mi­te e ampa­ra esse pro­ce­di­men­to, ação que não é exclu­si­vi­da­de das indús­tri­as gaú­chas. “Há indús­tri­as que não são asso­ci­a­das ao sin­di­ca­to que fazem impor­ta­ção, e outras que são oriun­das do Uru­guai e têm base aqui só para impor­tar. Somos favo­rá­veis a uma legis­la­ção que abran­ja e regu­le todas elas”, sugeriu.

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