Guerra assume Conseleite e quer frear importações - Balde Branco

O pre­si­den­te do Sin­di­lat-Sin­di­ca­to das Indús­tri­as de Lati­cí­ni­os do RS, Ale­xan­dre Guer­ra, assu­miu, no últi­mo dia 21 de setem­bro, a pre­si­dên­cia do Con­se­lei­te-RS em subs­ti­tui­ção a Jor­ge Rodri­gues, que ago­ra res­pon­de pela vice-pre­si­dên­cia.  Segun­do ele, a expec­ta­ti­va é man­ter o tra­ba­lho que vem sen­do rea­li­za­do jun­to ao cole­gi­a­do com o obje­ti­vo de dar ao setor sub­sí­di­os para enten­der as dinâ­mi­cas de pro­du­ção lác­tea do Rio Gran­de do Sul.

Ao assu­mir, rela­tou as difi­cul­da­des enfren­ta­das pelo setor com as altas impor­ta­ções de lác­te­os dos paí­ses do Pra­ta. “O Con­se­lei­te deli­be­rou por ado­tar ações jun­to ao gover­no fede­ral para soli­ci­tar redu­ção das impor­ta­ções de lác­te­os e pela aber­tu­ra de linhas para aqui­si­ções gover­na­men­tais de lei­te em pó que aju­dem a ree­qui­li­brar o mer­ca­do”, dis­se o diri­gen­te. Nes­se sen­ti­do, des­ta­cou que é pre­ci­so cri­ar cotas para limi­tar o ingres­so de lei­te uru­guaio no Brasil.

Segun­do o minis­tro da Agri­cul­tu­ra, Blai­ro Mag­gi, o Uru­guai não quer nem falar sobre uma pos­sí­vel ins­ti­tui­ção de cotas, mas sina­li­zou que, se for impos­sí­vel for­ma­li­zar as cotas, vai ten­tar um acor­do táci­to para que a entra­da de lei­te em pó do Uru­guai siga os padrões da Argen­ti­na, onde as aqui­si­ções estão rela­ci­o­na­das a momen­tos espe­cí­fi­cos de ofer­ta redu­zi­da no mer­ca­do inter­no brasileiro.

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