Lác­te­os pre­vi­nem a obe­si­da­de e doen­ças car­día­cas, além de ser impor­tan­te fon­te de pro­teí­nas e car­boi­dra­tos, essen­ci­ais para a saú­de

  

DSM destaca os benefícios nutricionais e os Mitos e Verdades sobre o leite de vaca

A DSM, deten­to­ra da mar­ca Tor­tu­ga de suple­men­tos nutri­ci­o­nais para ani­mais, dedi­cou vári­as peças de comu­ni­ca­ção das suas redes soci­ais a mos­trar a impor­tân­cia nutri­ci­o­nal des­te ali­men­to tão pre­sen­te na mesa das pes­so­as. Como for­ma de home­na­ge­ar os pro­du­to­res de lei­te de todo o Bra­sil, os segui­do­res das pági­nas da mar­ca pude­ram com­par­ti­lhar fotos e víde­os nas redes soci­ais mar­can­do o ende­re­ço @tortuga.dsm para falar sobre como o lei­te está pre­sen­te no dia a dia de suas famí­li­as.

Nutri­ção de alta qua­li­da­de

Um dos pon­tos altos dos con­teú­dos tra­ta­dos pela mar­ca foi a série “Mitos e Ver­da­des” do lei­te e seus deri­va­dos, vei­cu­la­da nas pági­nas da mar­ca no Face­bo­ok e Ins­ta­gram. Sobre a impor­tân­cia nutri­ci­o­nal des­se ali­men­to, vale refor­çar que o con­su­mo do lei­te está asso­ci­a­do a um menor ris­co de obe­si­da­de e dimi­nui­ção das chan­ces de desen­vol­vi­men­to de doen­ças car­día­cas, além de ser uma exce­len­te fon­te de nutri­en­tes, con­ten­do pro­teí­na, car­boi­dra­tos, vita­mi­nas e mine­rais. Os pro­du­tos lác­te­os (lei­te, quei­jo e iogur­te) são con­si­de­ra­dos ali­men­ta­dos de alta den­si­da­de nutri­ci­o­nal ao serem fon­tes impor­tan­tes de pro­teí­nas de alto valor bio­ló­gi­co, con­ten­do cál­cio, fós­fo­ro, vita­mi­nas A, D e B2. O con­su­mo regu­lar de lei­te está asso­ci­a­do à pre­ven­ção da sín­dro­me meta­bó­li­ca e da oste­o­po­ro­se, à redu­ção da pres­são arte­ri­al e à pre­ven­ção do Dia­be­tes tipo 2.

Sobre o con­su­mo de lác­te­os, a geren­te de Comu­ni­ca­ção da área de Nutri­ção Huma­na da DSM para a Amé­ri­ca Lati­na, a nutri­ci­o­nis­ta Maria Fer­nan­da Eli­as (foto), ori­en­ta que a reco­men­da­ção para cada indi­ví­duo dife­re de acor­do com a ida­de e esta­do de saú­de, poden­do ser de 2 a 3 por­ções de lei­tes e derivados/dia. Cada por­ção repre­sen­ta, por exem­plo, 200 ml de lei­te, 2 fati­as médi­as de rico­ta e 200g de iogur­te natu­ral des­na­ta­do. A espe­ci­a­lis­ta con­ta que é pos­sí­vel encon­trar no mer­ca­do dife­ren­tes tipos de lei­te, como o inte­gral, semi­des­na­ta­do e des­na­ta­do. A dife­ren­ça entre os tipos está no teor de gor­du­ra do ali­men­to, que varia de 0 – 0,5% (des­na­ta­do), de 0,6 – 2,9% (semi­des­na­ta­do) e pelo menos 3% de gor­du­ra (inte­gral). Segun­do o Minis­té­rio da Saú­de, os adul­tos devem pri­vi­le­gi­ar o con­su­mo do lei­te des­na­ta­do ou semi­des­na­ta­do e, para cri­an­ças e ges­tan­tes, o indi­ca­do é o con­su­mo de lei­te inte­gral, com aten­ção às res­tri­ções nutri­ci­o­nais indi­vi­du­ais.

É impor­tan­te res­sal­tar tam­bém que, em ter­mos nutri­ci­o­nais, bebi­das vege­tais à base de soja, coco ou amên­doa, não podem ser subs­ti­tu­tas do lei­te de vaca. A exclu­são dos ali­men­tos lác­te­os da ali­men­ta­ção só deve ser rea­li­za­da com a ori­en­ta­ção do médi­co ou nutri­ci­o­nis­tas, espe­ci­al­men­te na fase ini­ci­al de cres­ci­men­to (cri­an­ças e ado­les­cen­tes). Já sobre a segu­ran­ça ali­men­tar do lei­te de vaca indus­tri­a­li­za­do, a reso­lu­ção é garan­ti­da pelo pro­ces­so UHT (Ultra High Tem­pe­ra­tu­re) uti­li­za­do nas emba­la­gens lon­ge vida (cai­xi­nha), que empre­ga altas tem­pe­ra­tu­ras duran­te o tra­ta­men­to da bebi­da, o que impe­de a sobre­vi­vên­cia e o cres­ci­men­to de micror­ga­nis­mos dano­sos à saú­de huma­na.

Mitos & Ver­da­des

* Pos­so subs­ti­tuir o lei­te de vaca pelo vege­tal, sem dife­ren­ças nutri­ci­o­nais?

Mito. O lei­te de vaca tem nutri­en­tes como mine­rais, vita­mi­nas, pro­teí­nas e gor­du­ra de alta qua­li­da­de, impor­tan­tes na ali­men­ta­ção huma­na, sen­do mais bem apro­vei­ta­do em com­pa­ra­ção a adi­ti­vos arti­fi­ci­ais das bebi­das vege­tais.

* A aler­gia à pro­teí­na do lei­te e into­le­rân­cia à lac­to­se são dife­ren­tes?

Ver­da­de. Aler­gia à pro­teí­na é uma res­pos­ta imu­no­ló­gi­ca do cor­po con­tra a pro­teí­na do lei­te. Já a into­le­rân­cia à lac­to­se é a fal­ta ou defi­ci­ên­cia da pro­du­ção de lac­ta­se, enzi­ma que dige­re a lac­to­se, o açú­car natu­ral do lei­te.

* O Cál­cio do lei­te não é absor­vi­do?

Mito. Estu­dos demons­tram que os pro­du­tos lác­te­os são exce­len­tes fon­tes de cál­cio para a nutri­ção huma­na.

* Pro­du­tos lác­te­os “zero lac­to­se” tem a lac­to­se reti­ra­da?

Mito. Na indús­tria, esses pro­du­tos rece­bem a enzi­ma lac­ta­se, que que­bra a lac­to­se em gli­co­se e galac­to­se, sem inter­fe­rir em nenhu­ma outra pro­pri­e­da­de nutri­ci­o­nal dos ali­men­tos. Sen­do assim, mes­mo os indi­ví­du­os into­le­ran­tes à lac­to­se podem con­su­mir tais pro­du­tos de for­ma tran­qui­la.

* Todo quei­jo ama­re­lo é mais gor­du­ro­so?

Mito. Não neces­sa­ri­a­men­te! A colo­ra­ção dos quei­jos nor­mal­men­te é dada por um coran­te natu­ral, o uru­cum, adi­ci­o­na­do duran­te o pro­ces­so de fabri­ca­ção. Além dis­to alguns tem sua mas­sa semi­co­zi­da ou cozi­da e rece­bem calor duran­te a fabri­ca­ção favo­re­cen­do ain­da mais a inten­si­fi­ca­ção da cor ama­re­la. Há quei­jos bran­cos que são extra gor­dos, como a muça­re­la de búfa­la, o mas­car­po­ne e o gor­gon­zo­la. Mas quei­jo nenhum por si só engor­da. É pre­ci­so ver sua die­ta no con­jun­to dos ali­men­tos inge­ri­dos.

Fon­te: Asses­so­ria de Comu­ni­ca­ção da DSM-Tor­tu­ga

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