Documento do Mapa traz situação da brucelose e tuberculose - Balde Branco

O docu­men­to infor­ma como está a pre­va­lên­cia das doen­ças nos estados

Documento do Mapa traz situação da brucelose e tuberculose

A Secre­ta­ria de Defe­sa Agro­pe­cuá­ria do Minis­té­rio da Agri­cul­tu­ra, Pecuá­ria e Abas­te­ci­men­to (Mapa) divul­gou o diag­nós­ti­co situ­a­ci­o­nal do Pro­gra­ma Naci­o­nal de Con­tro­le e Erra­di­ca­ção da Bru­ce­lo­se e da Tuber­cu­lo­se Ani­mal (PNCEBT) e a clas­si­fi­ca­ção das uni­da­des da Fede­ra­ção quan­to ao ris­co das duas doenças.

“O docu­men­to traz um pano­ra­ma da doen­ça no Bra­sil com intui­to de veri­fi­car o desen­vol­vi­men­to do pro­gra­ma e a sua situ­a­ção atu­al em cada uni­da­de da Fede­ra­ção, pos­si­bi­li­tan­do esta­be­le­cer ações dife­ren­ci­a­das e estra­té­gi­as efi­ci­en­tes nas dife­ren­tes rea­li­da­des do país”, expli­ca a ges­to­ra naci­o­nal do PNCEBT, Jani­ce Barddal.

Ins­ti­tuí­do em 2001, o PNCEBT visa o con­tro­le e a erra­di­ca­ção da bru­ce­lo­se e tuber­cu­lo­se bovi­na e buba­li­na, cau­sa­das por bac­té­ri­as das espé­ci­es Bru­cel­la abor­tus e Myco­bac­te­rium bovis, respectivamente.

Recen­te­men­te o pro­gra­ma foi revis­to pela Ins­tru­ção Nor­ma­ti­va nº 10/2017, que esta­be­le­ceu como estra­té­gia de atu­a­ção a clas­si­fi­ca­ção das uni­da­des da Fede­ra­ção quan­to ao grau de ris­co para a bru­ce­lo­se e a tuber­cu­lo­se e a defi­ni­ção de medi­das de defe­sa sani­tá­ria ani­mal a serem ado­ta­das, a par­tir de pla­no de ação ela­bo­ra­do pelo Ser­vi­ço Vete­ri­ná­rio Esta­du­al e apro­va­do pelo Depar­ta­men­to de Saú­de Ani­mal, pos­si­bi­li­tan­do o avan­ço nas ações para o con­tro­le e a erra­di­ca­ção das doenças.

 

A clas­si­fi­ca­ção para a bru­ce­lo­se e a tuber­cu­lo­se é defi­ni­da por meio da com­bi­na­ção de clas­ses e níveis. As clas­ses (A a E) são deter­mi­na­das pelas pre­va­lên­ci­as das doen­ças nos esta­dos e os níveis (0 a 3) são defi­ni­dos levan­do-se em con­si­de­ra­ção a exe­cu­ção das ações de defe­sa sani­tá­ria ani­mal, pro­pos­tas em pla­no de ação. Nes­te pri­mei­ro momen­to, as uni­da­des fede­ra­ti­vas serão clas­si­fi­ca­das ape­nas quan­to à clas­se, uma vez que a defi­ni­ção dos níveis depen­de da pré­via apre­sen­ta­ção e apro­va­ção dos pla­nos de ação.

“A clas­si­fi­ca­ção das uni­da­des da Fede­ra­ção de acor­do com a pre­va­lên­cia, jun­ta­men­te com o Diag­nós­ti­co Situ­a­ci­o­nal, tor­nam pos­sí­vel a ela­bo­ra­ção de pla­nos de ação para o com­ba­te a bru­ce­lo­se e a tuber­cu­lo­se, com conhe­ci­men­to e sus­ten­ta­ção téc­ni­ca e cien­tí­fi­ca, uti­li­zan­do de for­ma raci­o­nal e efi­ci­en­te os recur­sos públi­cos e pri­va­dos, evi­tan­do o des­per­dí­cio de tem­po e os pre­juí­zos econô­mi­cos e de saú­de públi­ca”, des­ta­ca Barddal.

Veja o docu­men­to aqui.

Fon­te: Mapa

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