Situ­a­ções de estres­se para o ani­mal de pro­du­ção impac­tam dire­ta­men­te no bem-estar e na pro­du­ti­vi­da­de, com redu­ção na pro­du­ção de car­ne e lei­te. Ava­li­ar as prá­ti­cas de mane­jo em uma fazen­da é uma ati­tu­de impor­tan­te para garan­tir qua­li­da­de de vida ao ani­mal e ain­da evi­tar pre­juí­zos.

Segun­do o pes­qui­sa­dor Ale­xan­dre Ros­set­to Gar­cia, da Embra­pa Pecuá­ria Sudes­te, de São Car­los (SP), o bem-estar é um con­cei­to amplo e depen­de prin­ci­pal­men­te do enten­di­men­to de estres­se. Ele expli­ca que o estres­se é uma con­di­ção em que o ani­mal mani­fes­ta alte­ra­ções bio­ló­gi­cas ou com­por­ta­men­tais em fun­ção de um estí­mu­lo nega­ti­vo rece­bi­do.

Prá­ti­cas mais raci­o­nais na roti­na, além de redu­zi­rem o estres­se, melho­ram a pro­du­ti­vi­da­de. Por outro lado, quan­do o ani­mal pas­sa por adver­si­da­des, ocor­re dimi­nui­ção da pro­du­ção de lei­te ou do ganho de peso. “Quan­to mais ami­gá­vel for a rela­ção entre o ser huma­no e o ani­mal, melhor para os dois”, assi­na­la o pes­qui­sa­dor.

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