Agro resiste à atual crise, segundo a CNA - Balde Branco

Em dis­cur­so no Palá­cio do Pla­nal­to, no lan­ça­men­to do Pla­no Agrí­co­la e Pecuá­rio, o pre­si­den­te da CNA-Con­fe­de­ra­ção da Agri­cul­tu­ra e Pecuá­ria do Bra­sil, João Mar­tins, afir­mou que o agro­ne­gó­cio “con­tri­bui de manei­ra rele­van­te para a recuperação
da eco­no­mia bra­si­lei­ra, e o setor resis­te à cri­se com dis­po­si­ção ina­ba­lá­vel de inves­tir e crescer”.

Citou que os dados do cres­ci­men­to do PIB agro­pe­cuá­rio do pri­mei­ro tri­mes­tre do ano, da ordem de 15,2%, são a pro­va da vita­li­da­de da nos­sa pro­du­ção rural e reve­lam que a cri­se polí­ti­ca não aba­te o setor. Além da expan­são do PIB, Mar­tins falou da esti­ma­ti­va de safra recor­de de grãos de mais de 230 milhões de t e das demais ati­vi­da­des do setor que tam­bém apre­sen­tam núme­ros expressivos.

“O resul­ta­do prá­ti­co é que esta­mos ali­vi­an­do a pres­são sobre os pre­ços da ali­men­ta­ção dos bra­si­lei­ros e, ao mes­mo tem­po, aju­dan­do na for­ma­ção de gran­des supe­rá­vits em nos­sa balan­ça comer­ci­al”, dis­se. Ao citar as prin­ci­pais pre­o­cu­pa­ções do setor, Mar­tins res­sal­tou a neces­si­da­de de “um hori­zon­te mais lon­go para os pla­nos agrí­co­las” que tra­di­ci­o­nal­men­te se res­trin­gem a um ano-safra.

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