Os produtores que buscam maior produtividade e qualidade da silagem já têm à disposição a avaliação de  diversas cultivares no Guia da Forragem, divulgado pelo EsalqLab

 

A esco­lha do melhor híbri­do para sila­gem para cada local envol­ve uma série de variá­veis que devem ser con­si­de­ra­das, que vão des­de ques­tões cli­má­ti­cas, alti­tu­de, tipo de solo, épo­ca de seme­a­du­ra, até o nível de exi­gên­cia do reba­nho, entre outras. Outra ques­tão é a com­ple­xi­da­de na ava­li­a­ção do desem­pe­nho e do valor nutri­ti­vo de um híbri­do asso­ci­a­do ao sis­te­ma de for­mu­la­ção de ração visan­do à melhor rela­ção cus­to-bene­fí­cio. A esco­lha do híbri­do cor­re­to pode aumen­tar em até 25% a pro­du­ção de lei­te da pro­pri­e­da­de.

Pen­san­do em tudo isto e com foco numa deman­da mais ampla por estas infor­ma­ções, foi cri­a­do o Guia da For­ra­gem (http://guiadaforragem.com.br/), que reu­niu em sua pla­ta­for­ma todas as infor­ma­ções numa fer­ra­men­ta de fácil aces­so a téc­ni­cos e pro­du­to­res, que per­mi­te bus­car os melho­res híbri­dos para cada situ­a­ção.

O Guia da For­ra­gem sur­giu da par­ce­ria entre a APTA (Agên­cia Pau­lis­ta de Tec­no­lo­gia dos Agro­ne­gó­ci­os do Esta­do de São Pau­lo), incluin­do IAC e APTA Regi­o­nal, EsalqLab/USP (Pira­ci­ca­ba-SP) e G12 Agro (Gua­ra­pu­a­va-PR). Estas ins­ti­tui­ções já desen­vol­vi­am tra­ba­lhos de ava­li­a­ção de cul­ti­va­res de milho para sila­gem há algum tem­po e, ago­ra com o Guia, con­se­guem abran­ger uma área mai­or, com mais uni­da­des par­ti­ci­pan­tes, uti­li­zan­do um pro­to­co­lo de ava­li­a­ção mais padro­ni­za­do que per­mi­te com­pa­ra­ções numa base mais sóli­da.

Geral­men­te as tabe­las de com­pa­ra­ção de cul­ti­va­res apre­sen­tam mui­tas variá­veis, como pro­du­ti­vi­da­de de mas­sa ver­de, maté­ria seca, teo­res de fibras ou pro­teí­nas, diges­ti­bi­li­da­de, teor de grãos (ami­do), etc., e isto pode difi­cul­tar a esco­lha da melhor cul­ti­var por não che­gar a um fator deci­si­vo. Nes­se sen­ti­do o Guia da For­ra­gem con­si­de­ra todos estes fato­res apre­sen­tan­do a pro­du­ti­vi­da­de de lei­te que é o resul­ta­do final alme­ja­do.


Leia a ínte­gra des­ta maté­ria na edi­ção Bal­de Bran­co 656 (agosto/2019)

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