Tratamento homeopático para prevenção de diarreia neonatal em bezerras

  • 2 de julho de 2019
Tratamento homeopático para prevenção de diarreia neonatal em bezerras

Como reduzir os índices de diarreia neonatal bovina, através do uso preventivo do medicamento homeopático, para evitar a queda no desempenho das bezerras

(Aleksandro S. da Silva, Emanuel Binotto Ferreira e Bruno F. Fortuoso*)

Este estudo foi publicado na íntegra na revista Microbial Pathogenesis, em 2018 (Fortuoso et al., 2018). Foi utilizado um total de 20 bezerras, divididas em dois grupos com 10 animais cada. Esses grupos foram formados por animais recém-nascidos (1 dia de vida). O grupo tratado foi formado por animais que receberam o produto homeopático pela via oral, dividida em duas doses (18 g) nos dias 1 e 7 de vida dos animais. A primeira dose foi administrada nos animais 20 minutos após ingerirem o colostro. O grupo Controle foi formado por bezerras que não receberam o produto homeopático. Todos os animais ingeriram colostro de ótima qualidade, isto é, como níveis de 21% a 31% de acordo com mensuração feita com uso de refratômetro de Brix.

As bezerras utilizadas neste estudo ficaram em baia individual em galpão coberto (Figura 1), recebendo a mesma alimentação à base de leite, assim como a partir do quinto dia de vida começaram a receber concentrado e tiveram livre acesso à água. Esses animais foram monitorados diariamente para avaliar a consistência das fezes, com a finalidade de identificar a presença de diarreia pastosa ou aquosa nos animais.

As coletas das amostras de fezes foram realizadas nos dias 7 e 14 de vida dos animais, sendo uma parte das fezes usada para contagem bacteriana total e de Escherichia coli, usando Petrifilm específico, assim como outra parte foi usada para exame parasitológico. Nos dias 1, 7 e 14 dias de vida dos animais foi realizada coleta de sangue, sendo mensurados os níveis séricos de proteínas totais, globulina, albumina, globulina ureia, colesterol, glicose e triglicerídeos. Todos os dados passaram por análise estatística (Fortuoso et al., 2018).


Leia a íntegra desta matéria na edição Balde Branco 655 (julho/2019)