Selo de qualidade para ordenhadeiras

  • 2 de outubro de 2019
Selo de qualidade para ordenhadeiras

Com este selo, a indústria tem o atestado da alta qualidade de seu produto e o produtor tem a segurança de adquirir um equipamento que atende às normas de sua fabricação
João Antônio dos Santos

Um sonho antigo que acaba de virar realidade para fabricantes e produtores de leite: o Selo de Qualidade e Conformidade Ciepel/Simers/Labelo”, comemora Carlos Alberto Machado, ex-dirigente do CBQL-Conselho Brasileiro da Qualidade do Leite e de seu Comitê de Equipamentos. Desde 2013 à frente da Ciepel, liderou os trabalhos para a criação do “Selo”, algo que tem sido uma pauta permanente de seu trabalho. Ele explica que a Ciepel-Comissão das Indústrias de Equipamentos para a Pecuária de Leite do Simers (Sindicato das Indústrias de Máquinas e Implementos Agrícolas do RS) se fortaleceu ao agregar novas empresas na luta contra uma situação que tem causado imensos prejuízos às indústrias, à sanidade dos plantéis, aos produtores, laticínios e, por decorrência, ao consumidor final: a informalidade, o contrabando de profissionais e empresas que, sem idoneidade e expertise, atuam no setor.

O “Selo de Qualidade e Conformidade Ciepel/Simers/Labelo” significa um atestado de confiabilidade para o produto e a marca que o estiver ostentando. Para os fabricantes representa maior valor agregado ao produto, maior competitividade e um inibidor para a concorrência desleal praticada pela informalidade e por aquelas empresas que não entendem a qualidade e as normas como valores importantes para a sua relação com o mercado.

Para o produtor, será a certeza de estar adquirindo um produto que foi testado por uma instituição isenta e credenciada para tal, como é o caso do Laboratório Labelo, acreditado do Inmetro. “O equipamento está em conformidade com a norma brasileira, o que quer dizer maior segurança, tranquilidade, melhores condições para sanidade do plantel, para o trabalho do ordenhador e qualidade do produto final a ser obtido com esse equipamento”, nota Machado.

Leia a íntegra desta matéria na edição Balde Branco 658 (outubro/2019)