Mais eficiência na produção de ração

  • 11 de janeiro de 2018
Mais eficiência na produção de ração

Está disponível para quem produz ração – indústrias ou fazendas – um programa que melhora a produtividade, qualidade e segurança do alimento

Por João Antônio dos Santos

A Kemin, empresa de biotecnolo­gia da área de nutrição animal, apresentou seu mais recente programa: o Mill Smart. Trata-se de um pacote composto de produtos, máquinas, software e serviços laboratoriais. O objetivo, com o pacote, é atuar no tratamento dos insumos no processo de fabricação da ração a partir de uma ‘máquina in­teligente’, dotada de um software que gerencia o processo de fabricação e o serviço de laboratório, que monitora a qualidade da ração para os clientes.

Fernando Sousa, gerente da em­presa, explica que “este programa aten­de às especificidades de cada cliente, qualquer que seja o porte de sua indústria e até mesmo de uma fazenda que produz a ração para seus animais”. Ele observa que essa tecnologia no mercado de ração animal traz uma contribuição em termos de eficiência, produtividade e competitividade para a indústria de ração no País, que ocupa hoje a terceira posição no ranking de países produtores.

O Brasil conta com cerca de 1.600 fábricas, que produzem 70 milhões de t de ração, com mais de 2 mil formula­ções, para atender à produção de leite, carne e ovos, entre outras. “O nosso país enfrenta muitas dificuldades, que não são encontradas na China e nos Estados Unidos, que estão à sua dianteira. É uma verdadeira história de desafios e superação para atender à demanda de nosso mercado”, ressalta Sousa, observando que, apesar de tudo, o segmento tem crescido uma média de 5% ao ano.

Sousa observa que, a fim de de­senvolver o Mill Smart, a empresa buscou soluções para oito pontos que consistem num gargalo que prejudica o desempenho da indústria de ração e reduz sua rentabilidade: o custo do capital, da energia, do transporte e de produção (com perdas); grande número de fórmulas; riscos de contaminação; perdas de peso da ração e de sua qua­lidade (com menor shelf life dos pellets e menor contaminação por fungos e bactérias).

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Leia a íntegra desta matéria na edição Balde Branco 638, de dezembro 2017